Longe e muito PERTO da realidade urbana, a personagem criada tem a saga de padecer em coletivos super lotados e com sua audição matinal materializa a verdade injusta de trabalhadores (as), comportamentos de sobrevivência e ao mesmo tempo comportamentos de uma sociedade calada que não tem voz.
Em breve Ruth tomará forma neste cantinho da arte comentando seus dias, abordando fatos corriqueiros e sempre enaltecendo o: “Bom dia, por quê?”
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